Relatório

Detecção de deepfakes no Brasil em 2026

As pessoas ainda conseguem distinguir o real do falso? A Veriff se uniu à Kantar para testar a capacidade de 1.000 adultos do Reino Unido em detectar deepfakes, e os resultados desafiam tudo o que supomos sobre a conscientização em relação a visuais gerados por IA.

 Principais insights do Relatório Veriff sobre Deepfakes 2026 Brasil:

  • 80% já encontraram deepfakes online, a maior taxa entre todos os mercados pesquisados
  •  A precisão da detecção foi de apenas 0.08/1.0 – mal acima da chance aleatória
  •  87% temem fraudes pessoais e golpes de impostores impulsionados por deepfakes

Com o crescimento da ameaça de identidades sintéticas e a conscientização em relação aos visuais gerados por IA ficando atrás da criação, precisamos de soluções de verificação de identidade que assegurem interações digitais além do instinto humano.

Por que este relatório é importante

No Brasil, onde a fraude digital é uma parte persistente da vida cotidiana, a verificação de identidade precisa ser entendida como infraestrutura digital crítica. À medida que o conteúdo gerado por IA se torna indistinguível da realidade, depender de inspeção visual manual aumenta a exposição a ataques sofisticados de personificação.

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conhecimento do termo “deepfake” no Brasil, demonstrando familiaridade conceitual significativa.

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pontuação média de detecção para os respondentes brasileiros — a mais alta do estudo, mas ainda assim apenas uma fração mínima melhor do que cara ou coroa, em que 0 representa um palpite aleatório.

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dos brasileiros citam fraude pessoal e golpes de personificação como sua principal preocupação, o maior nível de preocupação entre todos os mercados pesquisados.

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taxa de exposição significa que os brasileiros são os mais propensos a relatar que viram deepfakes on-line em comparação com EUA e Reino Unido.

O que você aprenderá neste relatório

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Precisão na detecção de deepfakes no Brasil

Por que a alta exposição à mídia sintética ainda mantém a precisão em níveis próximos ao acaso

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Fraude de identidade e riscos de mídia sintética

Como identidades sintéticas estão sendo usadas para burlar verificações de identidade e os riscos representados por um segmento de 7% de usuários “de alto risco”

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Limites de detecção humano vs. IA

Por que a experiência na criação de visuais com IA (relatada por 59% dos brasileiros) gera apenas um aumento marginal de 5% na identificação de falsificações.

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Futuro da verificação de identidade

Por que as empresas precisam migrar para autenticação biométrica com tecnologia de IA que não depende do cliente para identificar a falsificação

Obtenha o Relatório de Deepfakes Veriff 2026

Reforce sua estratégia de prevenção à fraude com insights orientados por dados sobre como 1.000 respondentes brasileiros interagem com mídia sintética. Entenda por que ver já não é o mesmo que acreditar no mercado brasileiro.

CCPA/CPRA
Conforme
GDPR UE
Conforme
SOC2 - TIPO II
Certificado
ISO/IEC 27001:2022
Certificado
Cyber Essentials Reino Unido
Certificado
ISO/IEC 30107-3
Nível 1
ISO/IEC 30107-3
Nível 2
UKDIATF
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O Relatório de Deepfakes 2026 é gratuito?

Sim, o relatório completo está disponível para download gratuito para ajudar organizações no Brasil a aprimorar suas estratégias de prevenção à fraude.

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Quão precisa é a detecção de deepfakes no Brasil?

É um grande desafio. Embora o Brasil tenha as maiores taxas de exposição do mundo, a detecção humana é quase tão aleatória quanto cara ou coroa. A pontuação média de detecção para os respondentes brasileiros é de apenas 0,08, o que significa que, para a maioria das pessoas, diferenciar um deepfake da realidade é quase impossível.

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Como a conscientização sobre deepfakes no Brasil se compara a outros mercados?

O Brasil lidera tanto em exposição quanto em preocupação. 80% dos brasileiros relatam ver deepfakes on-line — a maior taxa em comparação com EUA e Reino Unido. Consequentemente, 87% dos brasileiros citam fraude e personificação como sua principal preocupação, o mais alto nível de apreensão entre todos os mercados pesquisados.

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O que define um usuário "de alto risco" no mercado brasileiro?

Um usuário de alto risco faz parte dos 7% do segmento da população que experimenta ou cria ativamente mídia sintética. Embora tenham mais familiaridade com ferramentas de IA, sua capacidade de identificar uma falsificação aumenta apenas em 5%, o que prova que nem mesmo usuários “experientes em tecnologia” podem confiar apenas em seus próprios olhos.

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Por que a análise manual de identidade está falhando diante dos deepfakes modernos?

Criminosos agora usam IA para contornar os sinais visuais e os “artefatos” que normalmente as pessoas procuram. No Brasil, onde a fraude digital é uma ameaça constante, depender de inspeção manual aumenta o risco de ataques de personificação. Sem autenticação biométrica com tecnologia de IA para verificar pessoas reais em tempo real, os sistemas manuais simplesmente não conseguem acompanhar.